Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador redes sociais. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Um país chamado Facebook

O maior crescimento registrado nos últimos tempos foi às redes sociais. Sua abrangência já é um dos assuntos mais comentados se prevê que, mais da metade da população mundial já é usuários dessas redes.

Essa plataforma não está sendo mais utilizadas somente para finalidades de uso pessoais, muitas empresas estão se favorecendo de seu crescimento para mostrar e vender seus produtos e até mesmo recrutar seus futuros funcionários.

Existem redes que estão sendo criadas com o objetivo principal de obter currículos. As grandes corporações, antes mesmo de chamar para a entrevista o candidato, o procura nas redes para conhecê-lo melhor e avaliar seu futuro funcionário. Hoje, não adianta existirmos somente fisicamente, há uma importância também em fazer parte deste mundo virtual.

Essas redes conseguem fazer uma ligação direta com o cliente. O compartilhamento de opiniões acaba sendo tão grande que a influência que a influência de amigos divulgam as novidades e acaba trazendo ainda mais compradores.

As informações nessas redes são trocadas com mais velocidade, essas noticias rodam de forma tão pessoal que mesmo não sendo interessante, você acaba entrando nela.

A rede mais usada hoje é conhecida como Facebook. Os números afirmam que, se ele fosse um país, o seu território físico teria cerca de 26,4 milhões de quilômetros quadrados, uma população com idade média entre 23 a 49 anos, mais de 70 idiomas oficiais e em média 845 milhões de usuários ativos, podendo chegar a 1 bilhão ainda este ano. Comparando esse país com a maior potencia mundial, ele teria três vezes o tamanho dos Estados Unidos e seria o terceiro mais populoso do mundo, perdendo somente para China e Índia.


Essa nova geração de experiências está crescendo e a cada dia vemos uma nova forma de se relacionar com as pessoas sem ao menos sairmos de casa ou pegar o telefone. Uma forma de viver que pode ser passageira, mas, a melhor forma de acreditar é que, não será o modo de viver que mudará e sim, a maneira de relacionamento entre as pessoas.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

As tais redes sociais

                                                       (Video: Redes Sociais em linguagem básica)


Vivemos todos os dias envolvidos em uma rede social, em casa com nossos pais e irmãos, na rua com vendedores e amigos, na faculdade com colegas e professores. O fato de você estar num lugar onde você pode comunicar-se, aprender e ensinar o torna membro de uma rede de socialização, em que uns influenciam diretamente ou indiretamente na vida dos outros. 

Atualmente, pela ideologia da época, o termo "rede social" não está mais diretamente ligado aos seus colegas e familiares, e sim a internet. 

As redes sociais virtuais estão presentes na vida de todos e sendo inseridas de forma muito rápida na sociedade contemporânea. Ninguém fica de fora, as empresas abusam da fácil comunicação com seu cliente, as faculdades incluem em sua grade curricular, as pessoas marcam encontros, discutem, realizam trabalhos e conhecem pessoas novas. As redes sociais aproximam as pessoas, aceleram a troca de informações e de certa forma facilitam em muitos aspectos determinados usuários.

Lembram do fotolog? Dos diários online (blogs)? Do flogão? Do Orkut? Do Twitter?... O twitter ainda é lembrado, mas agora a febre é o Facebook. Porém, dizem alguns especialistas que o Google + será a próxima 'vitima' do assédio. Quem pode ter certeza? As outras redes sociais foram sendo descartadas em pouco tempo, tão rapidamente que ninguém percebe.

Muito difícil convencer os jovens a não dar tanta atenção à elas. Eles estão presos, muitas vezes por motivos fúteis ou até de forma negativa as redes sociais, deixando de lado coisas importantes para o seu futuro. 

Acreditando que elas são prioridade em sua vida, sem pensar que, a maioria das coisas do espaço digital é relativamente passageira. E numa era quem que os jovens são presos a esses recursos, como tentar modificar a sua mente e sugerir abandonar as redes?  Isso é possível ?